quinta-feira, 20 de novembro de 2008

Bate outra vez...




Cartola e os 100 anos

Angenor de Oliveira, mais conhecido como Cartola, (Rio de Janeiro, 11 de outubro de 1908 — Rio de Janeiro, 30 de novembro de 1980) foi um cantor, compositor e poeta brasileiro.
Era um dos sambistas que compunham a velha-guarda da escola de samba Estação Primeira de Mangueira, sendo considerado o responsável tanto pela escolha do nome, como das cores adotadas pela Escola (verde e rosa). A escolha das cores foi uma homenagem ao seu amado Fluminense, clube de futebol do Rio de Janeiro que utiliza-se de combinações mais sóbrias das mesmas cores (grená, verde escuro e branco).


Simplesmente as rosas exalam o perfume que roubam de ti...


Salut! Hi! olá!

Semana corrida e com muitos compromissos, mas enfim, o feriado. Não ao racismo!

boa semana!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Os trabalhos do Jovem Hércules







O jovem Hércules punha-se rapidamente adormecido. Duas serpentes deslizavam em volta do seu berço e levantaram suas horripilantes cabeças. Depois, quando eles iam dar o bote, Hércules levantou-se, agarrou as cobras gigantes e as estrangulou.
O herói da Grécia faria sua primeira grande façanha.
Hércules era filho do grande deus Zeus com uma mulher mortal. Isso fez com que ele tivesse uma poderosa inimiga: a esposa legítima de Zeus, Hera. Foi ela quem enviou as serpentes. Quando Hércules crescia em Manhood, a rainha ciumenta o enfeitiçou num estado de loucura. O herói, então, acabou cometendo um crime inconcebível: matou sua própria esposa e filho.
Para redimir-se de sua odiosa ação, Hércules foi condenado a fazer doze trabalhos mortais. Qualquer uma destas tarefas teria derrubado o mais poderoso dos heróis. Hércules não vacilou. Ele procurou rapidamente seu primeiro desafio e enfrentou um feroz leão.
Hércules vestiu seu corpo com a pele do leão e usou a cabeça da fera como capuz. Ele atravessou o pântano atrás de seu próximo inimigo: a terrível hidra.
Este monstro horroroso tinha o corpo de um cão selvagem e nove cabeças de serpente. Um simples sopro desta criatura era por si venenoso – e letal. Hércules, armado com uma clava e sua espada atacou. Mas a cada cabeça que ele cortava, outras duas nasciam atrás dela. A batalha estava árdua, os rugidos da criatura mais altos, o ar ficou cheio do veneno da Hidra. Finalmente, Hércules venceu o monstro. A cada vez que Hércules cortava uma cabeça, seu criado queimava o buraco com um pedaço de ramo em chamas e assim o tapava.



Os povos ancestrais se curvaram a um remoto e poderoso deus-rei cuja lei nunca questionaram. Os gregos colocaram os humanos nesta poderosa condição. Muitos mitos gregos eram sobre poderosos, porém heróis mortais (ou meio-mortais, como Hércules) de uma era passada. Nos mitos divinos, os gregos deram aos seus deuses e deusas imortais incalculáveis poderes – além de personalidades tipicamente humanas.


http://teacher.scholastic.com/writewit/mff/greece.htm


Um abraço e boa semana!

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Grandes autores: Pico Iyer


Cuba e a Noite – Pico Iyer

Com certeza o livro de Pico Iyer é um romance de se perder, assim como o cético Richard se perdeu nas noites de Cuba.
Livro de romance e euforias sentimentais onde se conta a história de Richard, um fotógrafo que não acreditava no amor nem na humanidade. Este se apaixona por Lourdes, a Lula, formosa mulher cubana que sonha deixar o país mergulhado na atmosfera da revolução e no espectral Fidel. As personalidades de início não aparentam dar uma boa história, pois Richard é um “cara” desacreditado e sem compromisso, além de ser ainda casado (mas em processo de separação). Mas as atitudes de Lula vão mostrando que ela quer mais que apenas um passaporte para fora do país: ela o ama, e logo, ele também. Grandes episódios e picantes cenas noturnas passam a serem narradas, como o cinema cubano ou as idas nas praias, por exemplo. A figura de Fidel é referida diversas vezes, assim como questões políticas e ideológicas. Talvez por esse excesso de referências específicas, contextualizado diante da realidade dos nativos e turistas da ilha, o livro tenha perdido um pouco quanto aos comentários do narrador. E por falar em narrativa, as seqüências narradas são muito bem empregadas. O livro quase não tem divisão de capítulos, fluindo bem a história, e um ótimo recurso para escapar da monotonia da oratória e do narrador, são as cartas trocadas entre os personagens. Bem, ao final da história, em resumo, Richard, já apaixonado, planeja se casar com Lula, mas resolveram fazer uma manobra mais fácil para a saída dessa de Cuba. Ele ainda não tinha se divorciado, então decidiram casá-la com o amigo de Richard, com a condição de depois se encontrarem, ela e ele se separarem, para depois casarem os dois. Mas nada dá certo: o casamento de Lula se realiza, mas Richard perde o contato com Lula, e com ciúme ele acaba a traindo com a irmã dela. Tempos depois ela lhe manda uma carta de despedida, pois estava vivendo na Inglaterra com o marido. A ele só resta a última visão.


Resumo de um grande livro.
Abraços e boa semana!

domingo, 19 de outubro de 2008

Bom dia, amigos!


Di cavalcanti, As Pipas


Amar de verdade


Pode ser que eu tenha te feito chorar...
Pode ser que eu não seja o seu par perfeito...
Pode ser que eu não saiba me expressar como devia...
Pode ser que eu não saiba exatamente o que fazer para te alegrar...
Pode ser que eu nem mesmo saiba as razões que a vida nos fez encontrarmos...

...Mas, hoje eu te faço sorrir
...te dedico amor perfeito
... te expresso a certeza da paixão
...te faço alegre
...e te explico a razão por que estou vivo...é você!


A vida não é ressentimento nem falsa sustentação...é pensar no tempo
Pensar no passado, fazer o presente e planejar o futuro,
Mas, principalmente fazer o agora, para enriquecermos nossas almas
e podermos dizer que dos erros vieram as respostas das mais sensíveis questões
de amor e amar, ser ou não ser, daqueles que escolhem entre a sombra e a luz
e aqueles que buscam seu caminho, certamente saberão amar de verdade...


Rafael, 24 de julho de 2008.

Deixem seus comentários ou seus blogs.

Bom domingo!

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Cuchulainn: o maior herói celta

Cuchulainn estava preparado para a batalha. Seu cabelo arrepiou-se e, por fim, ficou de pé. Tinha um olho fundo; o outro se tornara um grande globo vermelho e inchado. Sua boca espumante esparramara um sorriso de orelha a orelha e uma sessão de tiros fazia jorrar sangue da cabeça dele. O Cão de caça de Culann estava pronto para conduzir os homens de Ulster para a invasão: seria uma investida contra a inimiga, a mais amarga de todas: a rainha Medb. Infelizmente, Cuchulainn teria que avançar só - a Rainha imobilizou o exército dele com uma maldição.

O mais poderoso guerreiro irlandês levantou suas armas e avançou. Com uma das mãos, ele atravessou a tropa de Medb, deixando partes de corpos quebrados em ambas as laterais dele. A rainha estava furiosa – Cuchulainn deve ser derrotado – dizia ela. Ela, então, juntou forças com Morrigan, a deusa da guerra – cujo amor Cuchulainn rejeitou decididamente – e ainda três sacerdotisas, filhas de um guerreiro que foi morto por ele. As mágicas e trapaças da malvada rainha levaram o herói celta à insanidade. Logo, ele foi mortalmente ferido.

Sangrando, perfurado e ferido pelas lanças, Cuchulainn se recusou a morrer pelas mãos do inimigo em sua última batalha. Então ele chicoteou-se, acima de um pilar de pedra, até sua morte. Tão logo, seus inimigos se aproximaram, mas não ousaram tocar em seu corpo. Três dias depois, Morrigan voou baixo como um corvo, alcançou o corpo e o levou nos ombros para longe.

Os celtas não eram uma nação, mas uma combinação de pessoas que falavam línguas parecidas. As tribos ancestrais celtas migraram para muito longe, a oeste para a Ásia menos, e a leste para a Irlanda. Um bom conto celta, como o de Cuchulainn, sempre envolveu luta, honra, amor e aventura, somado a complicados juramentos e obrigações, magia e encantamento.


Translated by Rafael

Fonte:
http://www.educationworld.com/a_lesson/lesson/lesson279.shtml
http://teacher.scholastic.com/writewit/mff/celticland.htm

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Cultura japonesa


Que restará no fim?

Olha o mundo pelo quarto
sente o cheiro do novo
no fim só a flor tem no peito...

Haicai (Haiku ou Haikai) é um forma poética de origem japonesa que valoriza a concisão e a objetividade.

O principal haicaísta foi Matsuô Bashô (1644-1694), que se dedicou a fazer desse tipo de poesia uma prática espiritual.
O primeiro autor a popularizar o haikai no Brasil foi Guilherme de Almeida, que não só o dotou de estrutura métrica rígida, mas ainda de rimas e título. No esquema proposto por Almeida, o primeiro verso rima com o terceiro e o segundo verso possui uma rima interna (a 2ª sílaba rima com a 7ª sílaba). A forma do haikai de Guilherme de Almeida ainda tem muitos praticantes no Brasil.

fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Haikai




Parabéns aos japoneses e descendentes pelo centenário. Adoro os animes e mangás, diga-se de passagem.

Recomendações:
Música: http://br.youtube.com/watch?v=aUMU5Qv43ns

site: http://www.culturajaponesa.com.br/

orkut: http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=4835118

Odaidiní

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Análise: Momento num Café, de Manuel Bandeira

"Quando o enterro passou
Os homens que se achavam no café
Tiraram o chapéu maquinalmente
Saudavam o morto distraídos
Estavam todos voltados para a vida
Absortos na vida
Confiantes na vida.
Um no entanto se descobriu num gesto largo e demorado
Olhando o esquife longamente
Este sabia que a vida é agitação feroz e sem finalidade
Que a vida é traição
E saudava a matéria que passava
Liberta para sempre da alma extinta."

Neste poema, Bandeira retrata uma típica cena cotidiana. Como era de praxe na poesia modernista, Bandeira mostra que a poesia pode surgir a qualquer momento, sendo concebida nos momentos mais simples do cotidiano. A beleza se esconde nos fatos mais banais, a ternura está nas coisas mais simples. Por sua constante proximidade com a morte. Manuel Bandeira observa este cotidiano como uma coisa querida e distante.

Para mais contate-nos. Boa semana!

domingo, 12 de outubro de 2008

Grandes escritores

Foco no autor: Mario Llosa

Mario Vargas Llosa nasceu em Arequipa. Depois da separação de seus pais, ele veio morar em Cochabamba, Bolívia, entre 1937 e 45. Depois foi para Lima e, anos mais tarde, seus pais se reconciliaram. Prestou a academia militar de Leôncio Prado e o Colégio Nacional São Miguel de Piura, entre 50 e 52. Em 55, casou-se com Julia Urquidi. Divorciaram-se em 64. De 55 à 57, estudou literatura e leis na Universidade de São Marcos. Graduou-se na universidade de Madrid. Ficou conhecido devido sua dissertação sobre Gabriel Garcia Marques e "La Orgia Perpetua", livro de crítica sobre a obra de Flaubert, Madame Bovary. Junto de Julio Cortazar e Carlos Fuentes, foi um revitalizador da escrita latina.
Novelista peruano, ensaísta, jornalista e um dos principais escritores hispânicos, iniciou sua carreira literária na Europa, mas tinha suas novelas divulgadas no Peru. Seguiu a tradição do protesto social, expondo temas como corrupção, machismo, crimes raciais e violência. Sua obra de grande renome no Brasil foi "A guerra do fim do mundo", escrita em 1981, onde retrata a guerra de Canudos e o fanatismo dos religiosos. Obra de extrema primazia.

Boa semana! Leia sempre! até a próxima...

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Bem-vindos


Um bom dia, meus amigos.

Esta postagem é só para inaugurar o blog, então não vai ter nada de mais ainda não, mas valeu por vcs q acessam.

Imagem do museu de Louvre, France.
Abraços