sábado, 28 de fevereiro de 2009

As perguntas da Análise Sintática


Bom dia!!!!

Resumo de Análise sintática: as perguntas para acharmos os termos analisados.

Na análise das funções sintáticas, encontramos os termos integrantes essenciais: sujeito e predicado, e os termos acessórios: complemento (verbal[objetos direto e indireto] e nominal), adjuntos (adnominal e adverbial), além de predicativo.

................................Perguntas.....................................


1) O quê (quem) + verbo ? = SUJEITO
Ex.: José correu.

2) Verbo + o quê (quem) ? = OBJETO DIRETO
Ex.: José quebrou a perna.

3) Verbo + prep. + o quê (quem) ? = OBJETO INDIRETO
Ex.: José gosta de Maria.

4) Nome + prep. + o quê (quem) ? = COMPLEMENTO NOMINAL
Ex.: José tinha necessidade de corrida.

5) Verbo de ligação + o quê (ou como, quando, onde) ? = PREDICATIVO DO SUJEITO
Ex.: José continuava forte/hoje/perto.

6) Qual + nome ? = ADJUNTO ADNOMINAL
Ex.: José reprovava a atitude.

7) Verbo + como, quando ou onde ? = ADJUNTO ADVERBIAL
Ex.: José morava longe.


Por enquanto é só.


Abraço! Boa semana!



P.s.: Nem tudo que vc acha certo realmente é. Veja a figura de novo e corrija o erro, caso não o tenha visto...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Resumão de Orações


Bom dia amigos! Vamos ver agora um super-resumo de orações.

Período abrange uma ou várias orações (simples e composto, respectivamente).

Note os períodos compostos por coordenação e subordinação.

Coordenação: Quando as orações são independentes uma da outra.

Podem ser sindéticas (acompanhadas de conjunção) ou assindéticas (sem conjunção).

Subordinação: Quando há uma ou mais orações que dependem de uma outra principal.

Podem ser substantivas, adjetivas ou adverbiais, totalizando 17 casos.

Substantivas - São 6: Subjetivas (suj.), objetivas diretas (O.D.), objetivas indiretas (O.I.), completivas nominais (C.N.), predicativas (pred.) e apositivas (ap.).

*Obs.: A última vem precedida de dois pontos (:); quando assim não vier, lembre-se de que ela é oração substantiva, e não pode ser substituída, portanto, por adjetivo.

Adjetivas - São 2: Restritivas (equivale a adjetivo restritivo) e explicativas (equivale a adjetivo explicativo.)

*Obs.: Diferencia-se da oração substantiva apositiva, pois podemos substituir por adjetivo.

Adverbiais - São 9 (Lembrar[6C,PT,F]): Causal (pois, visto que, porque, etc), Consecutiva ([tão,tanto, tamanho]...que), Comparativa ([mais,menos,tanto]...que, quanto,como, Concessiva (se bem que, ainda que, mesmo se, embora, etc.), Conformativa (como, conforme, segundo), Condicional (desde que, a menos que, etc.), Proporcional (à medida que, tanto mais, etc.), Temporal (quando, assim que, logo que, etc.) e Final (para que, para, porque, etc.)


Então: 6 substantivas (comparadas à análise sintática), 2 adjetivas (são como adjetivos) e 9 adverbiais (são como advérbios)


Por fim, adicionaremos mais uma oração: a intercalada. Esta é isolada das outras e serve como explicação ou ressalva. (Normalmente vem entre travessão)


Espero que gostem!!!

Vamos estudar, olha a globalização, aí, gente!!!



Abraços e boa semana.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Leitura: Memórias de Um Sargento de Milícias


Memórias de um sargento de milícias é um romance de Manuel Antônio de Almeida. Foi publicado originalmente em folhetins no Correio Mercantil do Rio de Janeiro, entre 1852 e 1853, anonimamente. O livro foi publicado em 1854 e no lugar do autor constava "um brasileiro".

Este brasileiro, Manuel Antonio de Almeida, jornalista brilhante e de origem humilde é um dos grandes autores da Literatura, apesar de ter obra única.

Seu estilo, que incluia o uso de ironias, coloquialismo e suspense narrativo, deram ao livro uma simples e ótima narrativa, além de quebrar tabus em sua época, ao falar da classe média e baixa, deixando de falar do ambiente aristocrático.

Quanto à estrutura,a narrativa se desenrola predominantemente em 3ª pessoa, mas há também registro de 1ª pessoa. O narrador acompanha a história de longe, não participa, mas por vezes é onisciente, e conhece ou insiniua o sentimento de algum personagem, como o sentimento de Luisinha por Leonardinho, por exemplo.

Vale, além, lembrar que o romance, que hoje se enquadra no "hall" dos romances clássicos (de final feliz), foi uma quebra de padrão da época romântica, em que o pessimismo reinava, e os finais eram sempre tristes. Provavelmente isso se deve ao mercado editorial da época, que visava, através dos folhetins, recolher um público-alvo feminino e "aburguesado".

Fato é que a história do jovem Leonardo, sargento de Milícias, caiu no gosto popular da época, e ainda hoje, é muito interessante a agradável, após lidas algumas páginas de um comportamento extremamente irreverente, que mostra, de certa maneira, a malandragem de um carioca sem "ofício nem benefício".


Para mais:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3rias_de_um_Sargento_de_Mil%C3%ADcias