Saco de filó (e sem fundo): Formaturas e outras chaturas
Esse ano, no item 4 poderá haver ainda a variante "Been" ou "I'll be there" ou mesmo as mais dançantes "black or write" ou "moonwalker" de Michael Jackson. huheuheue
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Aos professores

Bom dia!
Aos professores interessados, o MEC disponibilizará vagas para formação e formação continuada. Você pode fazer seu cadastro gratuitamente, aí é só aguardar formar uma turma. Segue o link:
http://freire.mec.gov.br/index-static
Um grande abraço aos professores do colégio Daura, Polo Agrícola, Alfredo Gomes, e aos integrantes do curso Líder, Valença-RJ.
Um feliz natal e próspero ano novo a todos!
Abraços!!!
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Ilustre presença
A II Feira Multidisciplinar do colégio Daura, em Valença-RJ foi um sucesso!
Deixo aqui registrado meus parabéns pela equipe da escola, que promoveu esta grande festa cultural.
Foi ótimo para os alunos, o nosso blog "Daura Notícias" está cheio de comentários e eles adoraram.
Bem, mas o grande momento do evento foi a presença da ilustre mestra Olímpia Maria dos Santos, professora de Literatura Portuguesa e escritora.
Um grande abraço a todos!
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Poesia(elegia)

Paraple(le)gia
Lamentamos a quase morte do homem
Sentimos por tuas perdas e agonizamos
Num assento etéreo vemos o mundo passar
Vegetamos numa bolha de atitudes inúteis
Vemos guerra, morte e violência
e nada procuramos fazer
Olhamos com revolta sim,
mas quem vai ser o primeiro a se mover?
Queremos amar intensamente todos os dias
Queremos nos doar a esse amor todos os dias?
O humano afundou-se numa lama suja
que está nas nossas palavras e comportamento
Dorme profundo, e agora só pode olhar
porque sente raiva de seu próprio estado
Um dia sonha em levantar e andar
mas não saberia o que ou como fazer
Desiste então da iniciativa
e toda a dor torna a rever
Qual será o destino desse corpo?
O que Deus reserva para nós?
Só sei que ainda obervamos parados
para a morte caminhando e sendo levados.
31/10/09
links interessantes!!!
dicionário onomástico (nomes próprios):
Procure_seu_nome
domingo, 25 de outubro de 2009
Jorge Amado: Capitães da areia (resumo do livro sem spoilers)
Biografia do autor e comentários do livro.
Literatura: ficção???
Reais fatos e um retrato bem-feito dos garotos baianos marginalizados e rejeitados pela sociedade. Capitães da Areia faz parte de um dos 49 livros amadianos e traz um viés muito político e social, característico dos romances de 30.
Vejamos a breve biografia do autor: Nasceu numa fazenda próxima a Itabuna - BA, em 1912. Sua família mudou-se logo para Ilhéus para evitar a varíola.
Foi para o Rio de Janeiro estudar direito, cursando na Faculdade Nacional do Rio de Janeiro (a UFRJ). Este local era polo para discussões políticas e artísticas, logo passa a comunista. Torna-se jornalista, já escreve textos, publica, mas nunca deixa de estar envolvido com os comunistas. Por isso várias vezes fica exilado, como em 41 e 42, na Argentina e Uruguai.
Em 45, torna-se deputado federal pelo PCB (Partido Comunista Brasileiro).
Casou-se com a escritora Zélia Gattai.
Fica exilado mais algumas vezes (Paris, 48 a 50 e Praga, 51 a 52), mas já é um autor mundialmente famoso e muito traduzido.
Em 90 sofre um baque nas finanças, e vive já na fase das sátiras de costume (Tiêta e adaptações para TV).
Em 6 de agosto de 2001, aos 88 anos, morre.
O livro: romance social urbano.
Capitães da Areia, lançado em 37, mostra o drama social vivido por grupos enormes de garotos que vivem na Bahia e são marginalizados. São garotos entre seis e 15 anos que roubam, fumam e armam golpes contra a população, e são por isso caçados pela polícia.
É subdividido em três importantes partes: Sob a Lua, num velho trapiche abandonado, Noite da grande paz, da grande paz dos teus olhos e Canção da Bahia, Canção da Liberdade. Na primeira parte destaca-se a ambientação do lugar e as condições em que os garotos vivem, além da caracterização de alguns personagens, como o protagonista Pedro Bala, o malandro Gato, o perverso Sem-Pernas, o intelectual professor e outros. Além disso, nessa parte mostra-se também alguns aliados dos meninos (como o padre e o dono do carrossel). Na segunda parte, o destaque é o aparecimento de uma menina: Dora. Inicialmente quase foi estuprada, mas após a intervenção de Bala, João de Deus e o professor, torna-se intocada. Vira "mãe", "irmã", e por fim, "noiva" de Bala. Bala muda sua atitude e apaixona-se, mas nesta parte alguns fatos alteram o destino dos personagens, que se desencontram. Na última parte, Bala vê os capitães da areia se separando, e seus amigos partindo para rumos diferentes. O destino prevê um fim deste grupo, mas será que é assim mesmo que acontece?
Não percam este livro, pois é um dos melhores da nossa Literatura.
Abraços!
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Barroco: vida de Gregório de Matos

A vós buscando vou!
Gregório de Matos Guerra foi uma figura muito polêmica, e viveu o drama barroco. O homem barroco vivia a filosofia maniqueísta de céu x inferno, alma x carne, luz x sombra...
Convém falarmos da vida de Gregório de Matos. Nasceu em Salvador à 23 de dezembro de 1636 e seguiu estudos mais tarde para cânone, formando-se com 27 anos. Vai para Portugal estudar em Lisboa e de volta ao Brasil assume cargo de juiz da Sé, em Salvador, depois é nomeado desembargador e depois tesoureiro-mor. Ali cria muitas inimizades a partir da confecção de seus poemas extremamente SATÍRICOS.
É dessa época que ganha o apelido de "Boca do Inferno", pois começa a satirizar não só padres, freiras, a igreja em geral, como toda a sociedade baiana. Ganha um severo inimigo, o frei João da Madre de Deus. Este tentava o obrigar a usar a batina, mas o Boca do Inferno se recusava.
Logo, virou inimizade do governador baiano Coutinho, por suas sátiras, e sofreu ameaças. Assim, em 1694, mudou-se para Angola. Lá, ajuda o governo local a combater revoltosos e ganha direito de voltar ao Brasil. Porém, direciona-se à Recife e lá se instala, mas não por muito tempo, pois contrai uma febre dessa viagem de volta e morre, em 1695.
Porém, o grande gozador da sociedade corruptora baiana saiu dessa para uma melhor não sem antes fazer sua última grande piada: invocou dois padres para comparecer em seu leito de morte. Antes de morrer, pede que os padres fiquem um de cada lado e declara: "Morrerei como Jesus na cruz, ao lado de dois ladrões".
Assim encerra-se a vida do maior poeta barroco brasileiro. Grande gênio das sátiras, odiado por uns e amado por outros. Esse é o contraste barroco.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Literários: origem de Cartas Chilenas

Chile, ou seria Minas?
Com certeza o segundo! É a sátira de um poeta/jurista aparentemente valente e totalmente apaixonado. Exagero talvez, mas o fato é que a história tende a apontar TOMÁS ANTONIO GONZAGA como escritor deste texto de gênero epistolar.
Para comentar sobre o livro, devemos remontar a história da época: a BIOGRAFIA do autor e a CONJURAÇÃO MINEIRA.
É certo que o autor nasceu em 1744, e com a morte da mãe portuguesa, mudou para Pernambuco com o pai brasileiro. Depois foi para a Bahia, estudou na escola de jesuítas, indo mais tarde para Lisboa estudar Direito.
De volta em 82, vira juiz de Vila Rica(OURO PRETO). Portanto, vive o período conturbado entre colônia e colonizado, e o episódio marcado como DEMANDA,em 85. Nesse tempo o governador de Minas era ainda o sr.Luís da Cunha Menezes. Este, sob o pseudônimo Minésio Fanfarrão, é o protagonista da sátira de CARTAS CHILENAS. Um livro de denúncia da corrupção do governo deste, lançado entre 87 e 88. Alguns pseudônimos foram adotados no livro, a entender principalmente:
Portugal=Espanha; Minas=Chile; Vila Rica=Santiago; Menezes=Fanfarrão; Gonzaga=Critilo
Agora, sobre a demanda, esta foi decretada pela coroa portuguesa a fim de elevar a taxação compulsória de ouro que a capitania deveria entregar àquela. A medida foi ultrapassada em 1500 kg. Isso revoltou ruralistas, intelectuais e militares da capitania, fazendo-os conspirar. Dessa conspiração participaram célebres figuras, e dentre elas o poeta e jurista GONZAGA. A manifestação ficou conhecida como CONJURAÇÃO MINEIRA, mas fracassou.
Inspirados nos modelos iluministas, e sob o estandarte do dístico apontado como sendo de Virgílio, "LIBERDADE AINDA QUE TARDIA", o movimento acabou em 89, por denúncias. Todos negaram o crime de conspiração, chamado de "lesa-majestade", menos um, o chamado "TIRADENTES".
Gonzaga e Tiradentes são enviados para a Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Aquele é absolvido de morte, por intermédio da rainha D.Maria I, mas não este. Assim, o governo do Visconde de Barbacena contém a revolução, mas nunca apagará seu estandarte.
Logo, Gonzaga é mandado para Moçambique, para o degredo, e lá, ainda se casa com Juliana Mascarenhas, tem filhos, lança mais poesias, e em 1810 falece.
Enfim, história e literatura: nunca vai faltar o que contar! é o Brasilllllll!!!!
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Processo de formação das palavras: pesquisa rápida
Oi Galera!
Vai agora rápido dicas para processo de formação das palavras:
São dois processos: DERIVAÇÃO & COMPOSIÇÃO
O primeiro deriva palavras a partir de uma única, enquanto na segunda, estamos falando de duas palavras juntas. Observe as classificações de cada processo e os exemplos.
DERIVAÇÃO:(maísculas são os morfemas)
1) Prefixal ..........> INfeliz
2) Sufixal............> FelizMENTE
3) Prefixal e sufixal...> INfelizMENTE
4) Parassintética.......> REpatriADO
5) Regressiva (muda a classe e perde)........> Lutar (verbo) , Luta (substantivo)
6) Imprópria (muda classe sem perder nada) ........> O alvorecer da madrugada...
Então se liga!!!.......> Imprópria vence a regressiva, que PERDE. (ajuda a memorizar)
COMPOSIÇÃO:
1)Justaposição (é JUSTO!!!ou seja, sem tirar nem por)........> passatempo/couve-flor
2) Aglutinação (tudo junto e misturado [Deus, isso é Latino!!!])....> planalto (plano+alto).
Bem...por hoje é só. boa semana!
Vai agora rápido dicas para processo de formação das palavras:
São dois processos: DERIVAÇÃO & COMPOSIÇÃO
O primeiro deriva palavras a partir de uma única, enquanto na segunda, estamos falando de duas palavras juntas. Observe as classificações de cada processo e os exemplos.
DERIVAÇÃO:(maísculas são os morfemas)
1) Prefixal ..........> INfeliz
2) Sufixal............> FelizMENTE
3) Prefixal e sufixal...> INfelizMENTE
4) Parassintética.......> REpatriADO
5) Regressiva (muda a classe e perde)........> Lutar (verbo) , Luta (substantivo)
6) Imprópria (muda classe sem perder nada) ........> O alvorecer da madrugada...
Então se liga!!!.......> Imprópria vence a regressiva, que PERDE. (ajuda a memorizar)
COMPOSIÇÃO:
1)Justaposição (é JUSTO!!!ou seja, sem tirar nem por)........> passatempo/couve-flor
2) Aglutinação (tudo junto e misturado [Deus, isso é Latino!!!])....> planalto (plano+alto).
Bem...por hoje é só. boa semana!
quarta-feira, 10 de junho de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Jogos de Português: Curso Líder
Bom dia galera!
Essa postagem é para a galera da Líder, módulo I. Sobre a competição na aula de Português, assim ficou o resultado:
1º lugar: G2 e G3 (5+34+1=40);
2º lugar: G1 (5+32=37);
3º lugar: G5 (5+30=35);
4º lugar: G4 (1+14=15).
Agora se preparem para o restante do bimestre. Teremos um teste hoje, e a prova semana que vem!
Abraço e bons estudos!
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Os termos conectores e transpositores

São conjunções integrantes como o "que", "se" e "como", postas em orações subordinadas( portanto, também chamadas conjunções subordinativas).
Ex.: "Esperamos que todos venham ao baile". (in Bechara, Evanildo, p. 323)
São diferentes de grupos oracionais (conjunções coordenativas) e geram as locuções conjuntivas.
Ex.: "Tudo sairá bem desde que as providências sejam tomadas a tempo". (id., p.324)
Na locução conjuntiva é sempre o primeiro termo que introduz a ideia, ou o valor semântico do elo entre as orações. (como-modo, quando-tempo, onde-lugar, desde-concessão, etc). Já o segundo será o termo de ligação, a conjunção integrante em si.
Quanto significado expandido, devemos atentar aos termos e suas ideias. Celso Cunha, Evanildo Bechara e Adriano Gama Kury postulam no capítulo sobre conjunções (subordinativas). Este último sugere que cada frase tem seu significado. Devemos reconhecer a conjunção e a ideia certa, com o recurso da substituição, em caso de dúvida.
Como exemplo, mostraremos uma questão da PUC(2008):
4. Observe o trecho
O fino suporte de madeira sobre o qual o retrato
foi pintado sofreu uma deformação desde que
especialistas em conservação examinaram a
pintura pela última vez...
Nele, o elemento coesivo “desde que”, mais do
que ligar duas orações, estabelece uma relação
de sentido entre elas. Dentre as alternativas
abaixo, assinale aquela que indica a relação de
sentido estabelecida pelo “desde que” no
referido trecho.
A) condição
B) causa
C) concessão
D) proporção
E) tempo
Pois bem, no gabarito está marcado a alternativa D) (proporção).
Mas, em consultas à gramáticas e sites, as únicas formas que encontrei foram:
à medida que, ao passo que (Em Bechara), à proporção que (Terra), quanto mais, quanto menos, tanto mais e tanto menos.
Portanto, não achei "DESDE QUE" como denotando relação de proporção.
Apesar de ser uma questão aparentemente gramatical, coloquei esta questão aqui em pauta, justamente por este tipo de oração estar relacionada a elementos de coesão, e acho também se tratar de uma questão semântica.
A partir das substituições feitas, temos duas situações:
1) A relação de sentido de temporalidade é evidente, como se percebe se fizermos uma inversão:
- Desde que/A partir do momento que especialistas em conservação examinaram a pintura pela última vez, o fino suporte de madeira sobre o qual o retrato foi pintado sofreu uma deformação...
2) A relação de proporcionalidade existiria também, admitindo-se que a locução "desde que" tenha também sentido proporcional, ou seja, inicie uma "oração subordinada em que é mencionado um fato realizado ou para realizar-se simultaneamente com o da oração principal", de acordo com Celso Cunha.
- Desde que/À medida que/À proporção que especialistas em conservação examinaram a pintura pela última vez, o fino suporte de madeira sobre o qual o retrato foi pintado sofreu uma deformação...
.
Entretanto, este segundo caso é uma ampliação, de natureza semântica, do sentido tradicional da locução "desde que", associada a noções de tempo, espaço e condição. Não sei se, do ponto de vista "gramatical", ela seria aceitável. Em caso positivo, a questão resultaria inconsistente com o enunciado, pois há duas possibilidades assinaláveis, e não uma, como é informado.
Assunto postado, com considerações de Marcela a comunidade do orkut, Linguística:
http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=674073&tid=5325146602456130113&na=4
Boa semana!!!
Espero que gostem!
sexta-feira, 13 de março de 2009
Voz Passiva: termo agente e paciente

A construção da voz passiva é muito simples e se dá da seguinte forma:
Sujeito (tem que ser PACIENTE*)+ Verbo de voz passiva + objeto direto (tem que ser AGENTE**)
*Sofre a ação verbal
**pratica a ação verbal
Ex.: Marcos ouviu um barulho (VOZ ATIVA, ou seja, sujeito, MARCOS, é AGENTE)[Quem ouviu?]
por
Ex.:Um barulho foi ouvido por Marcos. (VOZ PASSIVA, ou seja, sujeito, que era objeto direto na ATIVA, UM BARULHO, é agente)[O quê foi ouvido?]
Usamos pergunta de sujeito e invertemos a posição (sujeito passa a objeto e vice-versa).
Há dois modos de contrução de voz passiva:
1) Voz Passiva analítica: marcado por locução verbal (verbo auxiliar + principal).
Ex.: Marcos tinha ouvido um barulho.
2) Voz passiva sintética:marcado por verbo na 3ª pessoa(singular ou plural) + partícula apassivadora "se".
Ex.: Ouviu-se um barulho. (sing.)
Ouviram-se uns barulhos (plural)
Obs.: Só podemos construir voz passiva com verbos transitivos diretos, e no caso da passiva sintética, o verbo SEMPRE concorda com seu sujeito (diferente de sujeito indeterminado).
Um abraço e boa semana!
sábado, 28 de fevereiro de 2009
As perguntas da Análise Sintática

Bom dia!!!!
Resumo de Análise sintática: as perguntas para acharmos os termos analisados.
Na análise das funções sintáticas, encontramos os termos integrantes essenciais: sujeito e predicado, e os termos acessórios: complemento (verbal[objetos direto e indireto] e nominal), adjuntos (adnominal e adverbial), além de predicativo.
................................Perguntas.....................................
1) O quê (quem) + verbo ? = SUJEITO
Ex.: José correu.
2) Verbo + o quê (quem) ? = OBJETO DIRETO
Ex.: José quebrou a perna.
3) Verbo + prep. + o quê (quem) ? = OBJETO INDIRETO
Ex.: José gosta de Maria.
4) Nome + prep. + o quê (quem) ? = COMPLEMENTO NOMINAL
Ex.: José tinha necessidade de corrida.
5) Verbo de ligação + o quê (ou como, quando, onde) ? = PREDICATIVO DO SUJEITO
Ex.: José continuava forte/hoje/perto.
6) Qual + nome ? = ADJUNTO ADNOMINAL
Ex.: José reprovava a má atitude.
7) Verbo + como, quando ou onde ? = ADJUNTO ADVERBIAL
Ex.: José morava longe.
Por enquanto é só.
Abraço! Boa semana!
P.s.: Nem tudo que vc acha certo realmente é. Veja a figura de novo e corrija o erro, caso não o tenha visto...
quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009
Resumão de Orações

Bom dia amigos! Vamos ver agora um super-resumo de orações.
Período abrange uma ou várias orações (simples e composto, respectivamente).
Note os períodos compostos por coordenação e subordinação.
Coordenação: Quando as orações são independentes uma da outra.
Podem ser sindéticas (acompanhadas de conjunção) ou assindéticas (sem conjunção).
Subordinação: Quando há uma ou mais orações que dependem de uma outra principal.
Podem ser substantivas, adjetivas ou adverbiais, totalizando 17 casos.
Substantivas - São 6: Subjetivas (suj.), objetivas diretas (O.D.), objetivas indiretas (O.I.), completivas nominais (C.N.), predicativas (pred.) e apositivas (ap.).
*Obs.: A última vem precedida de dois pontos (:); quando assim não vier, lembre-se de que ela é oração substantiva, e não pode ser substituída, portanto, por adjetivo.
Adjetivas - São 2: Restritivas (equivale a adjetivo restritivo) e explicativas (equivale a adjetivo explicativo.)
*Obs.: Diferencia-se da oração substantiva apositiva, pois podemos substituir por adjetivo.
Adverbiais - São 9 (Lembrar[6C,PT,F]): Causal (pois, visto que, porque, etc), Consecutiva ([tão,tanto, tamanho]...que), Comparativa ([mais,menos,tanto]...que, quanto,como, Concessiva (se bem que, ainda que, mesmo se, embora, etc.), Conformativa (como, conforme, segundo), Condicional (desde que, a menos que, etc.), Proporcional (à medida que, tanto mais, etc.), Temporal (quando, assim que, logo que, etc.) e Final (para que, para, porque, etc.)
Então: 6 substantivas (comparadas à análise sintática), 2 adjetivas (são como adjetivos) e 9 adverbiais (são como advérbios)
Por fim, adicionaremos mais uma oração: a intercalada. Esta é isolada das outras e serve como explicação ou ressalva. (Normalmente vem entre travessão)
Espero que gostem!!!
Vamos estudar, olha a globalização, aí, gente!!!
Abraços e boa semana.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Leitura: Memórias de Um Sargento de Milícias

Memórias de um sargento de milícias é um romance de Manuel Antônio de Almeida. Foi publicado originalmente em folhetins no Correio Mercantil do Rio de Janeiro, entre 1852 e 1853, anonimamente. O livro foi publicado em 1854 e no lugar do autor constava "um brasileiro".
Este brasileiro, Manuel Antonio de Almeida, jornalista brilhante e de origem humilde é um dos grandes autores da Literatura, apesar de ter obra única.
Seu estilo, que incluia o uso de ironias, coloquialismo e suspense narrativo, deram ao livro uma simples e ótima narrativa, além de quebrar tabus em sua época, ao falar da classe média e baixa, deixando de falar do ambiente aristocrático.
Quanto à estrutura,a narrativa se desenrola predominantemente em 3ª pessoa, mas há também registro de 1ª pessoa. O narrador acompanha a história de longe, não participa, mas por vezes é onisciente, e conhece ou insiniua o sentimento de algum personagem, como o sentimento de Luisinha por Leonardinho, por exemplo.
Vale, além, lembrar que o romance, que hoje se enquadra no "hall" dos romances clássicos (de final feliz), foi uma quebra de padrão da época romântica, em que o pessimismo reinava, e os finais eram sempre tristes. Provavelmente isso se deve ao mercado editorial da época, que visava, através dos folhetins, recolher um público-alvo feminino e "aburguesado".
Fato é que a história do jovem Leonardo, sargento de Milícias, caiu no gosto popular da época, e ainda hoje, é muito interessante a agradável, após lidas algumas páginas de um comportamento extremamente irreverente, que mostra, de certa maneira, a malandragem de um carioca sem "ofício nem benefício".
Para mais:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mem%C3%B3rias_de_um_Sargento_de_Mil%C3%ADcias
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